7 de ago. de 2009

O jogo



Aqui estou, sem saber nem por onde começar. Hoje, as palavras estão todas embaralhadas, parecem querer me confundir. Há tanto para dizer, mas nem sei por onde começar. E aqui estou me repetindo já na segunda linha... Sim, encontro-me confusa, quero expressar mas não sei exatamente o quê. Na verdade não quero nada, mas a necessidade é tão real que vejo mãos, dedos e olhos tentando acompanhar o que a alma está sentindo. A alma está sofrida, calejada e recolhida. Para quê você voltou se não é para ficar? Não se engane, sei que você não vai ficar. Mas ainda assim me vejo novamente jogando o seu velho jogo. Embora o brinquedo pareça novo e tenha até uma interface mais interessante e colorida, todos sabemos que o jogo é o mesmo. E sabemos que o jogo só existe para o seu próprio deleite.Talvez eu seja o seu brinquedo preferido, a bonequinha de porcelana que sempre brinca de O chefe mandou. Mas me diga ,você não se cansou dessa brincadeira ainda? Não se cansou de assitir a este filme mesmo já sabendo como ele termina? Devíamos ao menos tentar algo diferente.Vamos, pelo menos dessa vez dê uma chance ainda que insignificativa da bonequinha não se quebrar. E mesmo que ela se quebre, ainda podemos tentar colar os caquinhos (quem sabe um mosaico não ficaria bem na sua sala?).Hoje quero falar sem disfarce, sem joguinhos, sem artimanhas. EU QUERO VOCÊ E PONTO FINAL. Sem três pontinhos, sem etc e tal, sem "quem sabe" ou talvez. EU QUERO VOCÊ. E agora, meu bem, eu fui suficientemente clara?

Um comentário:

Natalia disse...

não foi clara não
quem vc quer?

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