9 de dez. de 2010

Saudade

[E eis a imagem motivadora desse post, peguei no blog da Sepha. Pq é impossível não lembrar dela qdo vejo qualquer coisa da Barbie.]


Saudade, se não me engano é uma palavra que não existe em muitas línguas [ou existe só no nosso bom português?], apesar do sentimento ser universal (imagino eu, claro, não vou divagar sobre isso, não tô boa para essas viagens na maionese há tempos). Agora como é que faz quando a saudade é de alguém que você nem ao menos conhece? Não,  não a conheci, não deu tempo e eu não quis apressar as coisas, quis um processo natural que não veio e nunca viria (há coisas que só acontecem na minha cabeça). Não foi falta de vontade, sempre quis conhecê-la , mesmo sabendo que ela poderia não gostar de mim [os riscos sempre existem]. Mas a minha vontade de fazer tudo certo calou minhas palavras [pq tenho sempre muita opinião sobre as coisas e a situação já era extremamente delicada]. E passou, tudo passou. Só não passou a vontade de conhecê-la e em alguns momentos me pego pensando na pequena. Quem é que vai mostrar esse universo fútil da feminilidade, cheio de batons, blushes e sombras? Quem vai dizer pra ela que um batom MAC tem o melhor cheiro de baunilha que um batom pode ter? Quem vai ensiná-la a usar água termal todos os dias, que isso não é frescura e sim uma necessidade, principalmente nesses dias de um calor infernal? Quem vai ensinar a combinação de cores, que o bacana é se maquiar e parecer estar de cara lavada? Não, não faço a menor ideia de quem possa fazer isso. Assim como não sei de onde vem essa saudade, nem imagino o que fazer com isso.
 
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