Priscila, não chegou aos 30, ainda, mas vive falando que é uma senhorinha. [Os cabelos brancos que resolveram aparecer após os 17 anos não ajudam muito também.] Começou a escrever aos cinco anos de idade e sempre foi a queridinha dos professores (até a extinta 4ª séria, evidentemente) que permitiam que ela lesse seus textos em sala de aula. Quando perguntada sobre suas atividades, respondia (e ainda responde) sem pestanejar: ler e escrever. 

Dramática, contraditória, passional, entediante, maníaca por televisão e internet. Fala pouco, pensa demais, não chega a lugar nenhum e, portanto, acaba sem entender nada. [E não é por acaso que não faz amizade facilmente.]

Aos 20, ao começar a faculdade, achou que ia descobrir a cura para alguma doença relevante em alguma planta brasileira. Aos 24 fez estágio em Farmacognosia e teve Hitler como chefe. [Desconfia-se que esse período acrescentou pelo menos cinco anos a sua idade biológica.] Escreveu para alguns jornais na pequena cidade do interior de Minas em que mora, foi professora, já deu palestras, trabalha esporadicamente com chocolate e desconfia que nunca será rica (para a "felicidade" de sus pais).Atualmente, não possui qualificações suficientes nem para lidar consigo mesma.

Escreve porque escreve, simples assim e ponto final. 


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